Especialistas divergem sobre possível acordo entre governo paulista e PCC

Especialistas divergem sobre possível acordo entre governo paulista e PCC

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A possibilidade de um acordo entre o governo do Estado de São Paulo e a facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC) coloca em lados opostos vários especialistas. Autoridades negam a negociação e defendem que a ação das forças policiais foi responsável pelo fim da violência. O ex-Secretário Nacional Antidrogas e presidente do Instituto Giovanni Falcone de Ciências Criminais, juiz Walter Maierovitch, acredita na realização do acerto que teria levado à interrupção da escalada de atentados promovida pela facção desde sexta-feira, 12 de maio. "Para mim foi um erro se ocorreu esse acordo, porque representa uma capitulação, uma entrega. O governo do Estado virou prisioneiro do PCC", disse Maierovitch à Reuters. Para confirmar essa avalização, Maierovitch diz que a recusa do governador Cláudio Lembo da oferta de tropas federais na segunda-feira é o principal indicativo de que havia um acerto prévio.O juiz aponta, ainda, as declarações das autoridades, também na segunda-feira à tarde, afirmando que as forças de segurança detinham o controle da situação e que a população poderia ficar tranquila. "Se o PCC fosse continuar a atacar, eles pediriam que a população tivesse cautela".

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