quarta-feira, 16 de junho de 2010

O HÁBITO DE FREQUENTAR A IGREJA

O HÁBITO DE FREQUENTAR A IGREJA
A formação religiosa de uma pessoa, deve ser regada desde os primórdios da compreensão de um ser humano quando ele se percebe não só como personagem dentro da sociedade, mas e principalmente como uma criatura de Deus. Claro que a pessoa precisa ter a certeza e a prova mental da existência de nosso Criador. Para isso, não basta trazer a leitura da Bíblia e dizer que aí está a sua linha de conduta e as suas regras de vida. È primordial que o indivíduo, homem, mulher, menino ou menina, se entenda uma criatura pertencente a uma conjunto da natureza e quem criou esta natureza com toda a sua beleza e diversidade. Ele precisa se perceber como um ser pensante e capaz de discernir entre o bem e o mal. Não só no sentido religioso de “Deus e do Demônio”. Porque isto (o conhecimento do bem e do mal), está dentro dele próprio e ele precisa ter consciência disso. Talvez não tenha identificado como estes dois lados interferem a todo momento na sua vida e nas suas descisões.
É nesta hora que se busca conselhos de outras pessoas mais vivídas e experientes. Mas nem sempre esta consulta a outros resolve os problemas individuais. Porque cada um tem suas preferências, defeitos e fantasias influenciadas pelo seu gênio, personalidade e origem.
Digo isto e explico:
Quantas vezes nos deparamos com pensamentos conflitantes dentro de nossa cabeça, como se tivessem dois “eus”. Um para o bem e outro para o mal. Quantas vezes ficamos discutindo conosco mesmo tentando chegar a uma conclusão. Quantas vezes vamos nos deitas para dormir e em vez disso fcamos remoendo os prós e os contra na tomada de uma descisão!
- Ah! Se eu fizer assim será bom para mim, mas o que “fulano/fulana” vai pensar!
- Se eu ganhar na loteria, vou distribuir o dinheiro com meus parentes – Mas, tem um problema: Aquele meu tio tem problema com álcool e ele vai gastar tudo com bebida, portanto este dinheiro vai trazer mais problema do que solução!
E assim por diante, sempre ficamos entre a cruz e a espada na hora de uma descisão importante.
Quando nos referimos a educação religiosa também é preciso saber controlar estes dois lados de nossa mente. O que é mais importante para mim? Será que eu serei digno do amor de Deus? Se eu fosse um apóstolo de Cristo, eu faria tudo o que ele pregou?
Será que eu, tendo a confiança das pessoas, não irei abusar desta confiança e usufruir dela para prejudicar, dominar e tirar proveito financeiro e social da situação?
Que diferença entre eu e os políticos, os padres, os pastores e toda aquela pessoa que consegue algum poder sobre os demais? Eu manteria a humildade e o respeito aos mesmos princípios pregados por Cristo?

Nenhum comentário:

ESTAMOS A CAMINHO DA DEVASTAÇÃO DO PLANETA?

Viajando pelas estradas da Bahia e Minas Gerais, no fim de julho último, passei horas ao lado de minha garota Luci, curtindo belas e verdes ...