COMO ESTAMOS RESOLVENDO O PROBLEMA DA VIOLENCIA EM NOSSO PAÍS

COMO ESTAMOS RESOLVENDO O PROBLEMA DA VIOLENCIA EM NOSSO PAÍS

Estou perdido, tentando entender o objetivo destas novas leis que vieram juovas leis que vieram junto com o Juiz do STF - Supremo Tribunal Federal, Gilmar Mendes. No Conselho Nacional de Justiça, ele implantou a política de contratar ex-detentos para os trabalhar nos Tribunais como estagiários ou terceirizados.
Agora, ficou acertado com a CBF e as autoridades das cidades sedes da Copa 2014, que uma porcentagem dos contratados para trabalhar nas obras de construção, devem ser ex-detentos ou detentos em regime semi-aberto.
Neste mesmo dia, vejo o Presidente da República sancionar uma lei que proíbe os pais de aplicarem corretivos aos seus filhos.
Tudo muito louvável se pensarmos na intenção de coibir abusos de poder e discriminação na hora de recolocar o cidadão que errou, de volta à sociedade.
Mas existem alguns pontos que devemos analisar;
Primeiro – Ao colocar um ex-detento para trabalhar devemos nos lembrar de milhares de jovens que vivem lutando honestamente para conseguir uma chance no mercado de trabalho e será deixado de lado para que se recupere alguém que roubou, estuprou, sequestrou e até matou uma pessoa sem lhe dar direito de defesa.
Segundo – A lei que proíbe palmadas na criança votado no Congresso e sancionada ontem pelo presidente, causando discussão entre muitos que a consideram desnecessária e outros que a defendem precisa também ser acompanhada de uma reflexão.
Antigamente, as mães ficavam em casa cuidando dos filhos. Os filhos não tinham jogos no computador e programas licenciosos na televisão e as escolas eram locais onde se complementava a educação recebida em casa. Ora, hoje em dia, os pais trabalham o dia todo, os filhos são deixados a própria sorte e sujeitos a todo tipo de ensinamentos e exemplos bons e maus. Mal tem contato com seus pais, aprendem com o mundo em que crescem e vivem qual animal em sua cadeia alimentar. Só sobrevive que é mais forte e poderoso, quem é mais rico e mais bonito; quem é mais esperto e quem tem um padrinho ou protetor. Não vai nunca aceitar conselhos de um pai ausente, de uma mãe que chega em casa cansada do trabalho e cheia de problemas financeiros ou amorosos, sem tempo de ouvir lamentação de criança. Aceitar uma palmada de quem? De um estranho? Não dá!

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