O JORNALISMO E A COPA DO MUNDO

A Era Dunga na seleção brasileira tem escancarado a deficiência dos profissionais de jornalismo no exercício de suas funções quando se exige imaginação e criatividade.
O fato da Rede Globo ter a preferência nas entrevistas e imagens, facilitava aos mal formados profissionais do jornalismo, pautar suas colunas no que a “Venus Platinada” destacava e colocava no ar. Agora, com o tratamento igualitário dado à todas as emissoras de tv e aos jornais, cada profissional ficou responsável pela formação de opinião dentro dos poucos dados apresentados tanto nos jogos pobres de novidades como de fatos interessantes para venda de jornais.
Dá para se fazer uma seleção dos jornalistas que souberam se sair desta arapuca armada pelo Dunga.
Pelas emissoras de TV e pelas colunas de jornais, estão surgindo aos poucos documentários e assuntos que abordam a cultura do país da Copa ou dos países da África. Afinal, é preciso segurar o emprego.
Desde muito tempo se percebe a mercantilização da educação, onde quem tem dinheiro ou QI (quem indica), consegue sempre uma colocação em algum jornal ou emissora de TV.
Por isso, vemos repórter falarem em “adevogado”, “pisciquiatra”, “piscicólogo”, “estrupo”; até ouvi repórteres e apresentadores falarem em “previlégio” e “descriminação racial”. Isso, sem contar que a maioria, por sua juventude, não conhece e não respeita o passado do futebol brasileiro. Maradona, pode ser comparado a Zico, Rivelino, Gerson, etc., mas a Pelé, não tem nem comparação. Basta lembrar que o Brasil é TETRA! O Pelé é TRI em Copas e Bi em time. Mundial! E nunca esteve envolvido com drogas, nem com a polícia. E a propósito da Holanda, próximo adversário do Brasil, nunca foi campeã em Copas do Mundo!

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

OS MOVIMENTOS SOCIAIS PERDEM FORÇA COM O NOVO CONGRESSO

PRECONCEITO NÃO É COISA MODERNA