sexta-feira, 4 de março de 2011

A MULHER E A SOCIEDADE MODERNA

A emancipação da mulher, deixando a gerência da casa e da família é uma das maiores tragédias da civilização contemporânea. Ao sair do conforto do lar e da subserviência ao poder financeiro do homem, a mulher fez ruir os principais alicerces da civilização: A família, a formação do cidadão e o respeito às leis e aos costumes.
Sempre se falou que “lugar da mulher é na cozinha”. Este deboche sobre uma pessoa mais importante na sociedade durante séculos e séculos, hoje mostra que a “cozinha” era o seu escritório, era o seu gabinete, de onde ela governava com soberania e mão de ferro, superando os momentos trágicos porque passava, mercê da ignorância e da ingratidão de seus maridos, que, escondidos por trás de leis idiotas e da força bruta, queria se mostrar aos outros uma força e um poder que ele não possuía.
Hoje, sabemos quem mandava em tudo: na casa, nas festas e enfim, na sociedade.
Porque, eventos, recepções, inaugurações, sem mulher, não tinham razão de ser. Como ainda acontece até hoje. Perdeu-se o poder da mulher ao querer se igualar ao homem, bebendo, fumando e se desprezando, do mesmo modo que o homem que caía nas calçadas pela madrugada, bêbado e degradado.
Agora, sem aquela matriarca, que educava o cidadão para que se tornasse uma pessoa culta e de honra ilibada, para através de um casamento bem sucedido, pudesse galgar o sucesso em qualquer área, temos uma concorrente, em todos os sentidos, até para uma conquista de trabalho, riqueza e amor.
Porque os limites não mais existem.
Podem beber, viajar sozinhas, ir às festas e celebrações e até conquistar as mulheres que nos seduzem. Infelizmente, podem também se drogar, se viciar, roubar e matar.
Não que elas não o fizessem antes, mas hoje é o que mais se vê acontecer, com mais facilidade, onde nem mesmo o poder de gerar uma criança é valorizado. Pois nem mesmo tempo para usufruir deste privilégio, ela tem.
Será que este sucesso e essa igualdade trouxe junto mais felicidade para essas pessoas maravilhosas, especialmente criadas por Deus para nos seduzir, nos ajudar e nos orientar?

3 comentários:

Maria Matildes disse...

Caro colega concordo com sua reflexão em termos. Acredito que foi um avanço muito grande e muito bom para mulher. Ela se libertou do reduto domestico, e do preconceito da sociedade. Antes a mulher era escravizada ao invés de ser valorizada. Por isto achavam-na incapaz de pensar, de produzir de criar. Os machistas Acreditavam que a mulher era uma serva de seus maridos e só servia para procriar, e gerenciar o fogão fazendo suas receitinhas domestica, e ainda era tida como fofoqueira ou tricoteira como eram taxadas naqueles tempos. Não lhe davam o menor valor. Eram tratadas com rudeza, maltratadas, desvalorizada e muitas vezes acometidas por violências físicas. Não tinham como fugir dos maus tratos. Permaneciam caladas aviltadas de seus direitos de pessoa humana, por serem totalmente dependentes de seus parceiros. Eu tenho quase 6 décadas de idade e sou testemunha do que acontecia com muitas mulheres, principalmente quando eu era garota. Hoje eu vejo com muita alegria e orgulho a conquista da independência e o progresso das mulheres. Ela mostrou que sua capacidade de pensar, agir e decidir vai muito além dos afazeres domésticos. Ela mostrou que pode ser mulher, mãe e profissional tão competente quanto o homem. Tem sim, o lado negativo de tudo isto. Muitas não conseguem conciliar a dupla jornada, a família fica um pouco desprotegida da presença forte da mãe mulher no lar. Infelizmente tudo tem seu preço. Acredito que assim como a mulher mãe o homem também é responsável por esta harmonia familiar. Esta responsabilidade não cabe tão somente à mulher. Mas sim a ambos os sexos. O cuidado parental para os que se dizem racionais tem que ser dividido entre a dupla macho e fêmea.

Matildes

Anônimo disse...

Caro colega concordo com sua reflexão em termos. Acredito que foi um avanço muito grande e muito bom para mulher. Ela se libertou do reduto domestico, e do preconceito da sociedade. Antes a mulher era escravizada ao invés de ser valorizada. Por isto achavam-na incapaz de pensar, de produzir de criar. Os machistas Acreditavam que a mulher era uma serva de seus maridos e só servia para procriar, e gerenciar o fogão fazendo suas receitinhas domestica, e ainda era tida como fofoqueira ou tricoteira como eram taxadas naqueles tempos. Não lhe davam o menor valor. Eram tratadas com rudeza, maltratadas, desvalorizada e muitas vezes acometidas por violências físicas. Não tinham como fugir dos maus tratos. Permaneciam caladas aviltadas de seus direitos de pessoa humana, por serem totalmente dependentes de seus parceiros. Eu tenho quase 6 décadas de idade e sou testemunha do que acontecia com muitas mulheres, principalmente quando eu era garota. Hoje eu vejo com muita alegria e orgulho a conquista da independência e o progresso das mulheres. Ela mostrou que sua capacidade de pensar, agir e decidir vai muito além dos afazeres domésticos. Ela mostrou que pode ser mulher, mãe e profissional tão competente quanto o homem. Tem sim, o lado negativo de tudo isto. Muitas não conseguem conciliar a dupla jornada, a família fica um pouco desprotegida da presença forte da mãe mulher no lar. Infelizmente tudo tem seu preço. Acredito que assim como a mulher mãe o homem também é responsável por esta harmonia familiar. Esta responsabilidade não cabe tão somente à mulher. Mas sim a ambos os sexos. O cuidado parental para os que se dizem racionais tem que ser dividido entre a dupla macho e fêmea.

Matildes

Anônimo disse...

Caro colega concordo com sua reflexão em termos. Acredito que foi um avanço muito grande e muito bom para mulher. Ela se libertou do reduto domestico, e do preconceito da sociedade. Antes a mulher era escravizada ao invés de ser valorizada. Por isto achavam-na incapaz de pensar, de produzir de criar. Os machistas Acreditavam que a mulher era uma serva de seus maridos e só servia para procriar, e gerenciar o fogão fazendo suas receitinhas domestica, e ainda era tida como fofoqueira ou tricoteira como eram taxadas naqueles tempos. Não lhe davam o menor valor. Eram tratadas com rudeza, maltratadas, desvalorizada e muitas vezes acometidas por violências físicas. Não tinham como fugir dos maus tratos. Permaneciam caladas aviltadas de seus direitos de pessoa humana, por serem totalmente dependentes de seus parceiros. Eu tenho quase 6 décadas de idade e sou testemunha do que acontecia com muitas mulheres, principalmente quando eu era garota. Hoje eu vejo com muita alegria e orgulho a conquista da independência e o progresso das mulheres. Ela mostrou que sua capacidade de pensar, agir e decidir vai muito além dos afazeres domésticos. Ela mostrou que pode ser mulher, mãe e profissional tão competente quanto o homem. Tem sim, o lado negativo de tudo isto. Muitas não conseguem conciliar a dupla jornada, a família fica um pouco desprotegida da presença forte da mãe mulher no lar. Infelizmente tudo tem seu preço. Acredito que assim como a mulher mãe o homem também é responsável por esta harmonia familiar. Esta responsabilidade não cabe tão somente à mulher. Mas sim a ambos os sexos. O cuidado parental para os que se dizem racionais tem que ser dividido entre a dupla macho e fêmea.

Matildes

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