O MONOPÓLIO DA INFORMAÇÃO E O ATRASO NA EDUCAÇÃO

Os anos passam e população brasileira continua à mercê das mesmas idiotices da Mídia engessada.
As pessoas que me conhecem vão dizer que eu tenho preconceito contra as Organizações Globo.
Mas eu sempre fui contra qualquer tipo de poder absoluto, qualquer ditadura.
No nosso país, as pessoas que falam em Democracia, são as que mais a pisoteiam e se aproveitam dessa palavra, para defender seus domínios e suas conquistas. Enquanto a “democracia” defender meus direitos, tudo bem. Mas quando nos referimos a abertura de mercado, a descentralização da informação, tirar a central de programas culturais, do Estado de São Paulo, aí se fala em censura e perseguição.
Futebol, folclore, costumes e culinária, existem e sempre existiram nos estados. Agora, principalmente os clássicos regionais no futebol, os grandes humoristas e poetas, os grandes pintores e músicos, estão nas regiões mais distantes de São Paulo.
Com o desenvolvimento do Brasil, os estados do Norte e Nordeste não mais estão exportando seus talentos e chegou a hora de se permitir a difusão da cultura, da música e mesmo do futebol a partir destes estados, com as emissoras locais criando e difundindo seus próprios programas, incentivados pelos governos locais.
As verbas públicas deveriam ser direcionadas para esse fim. Chega de dinheiro público patrocinando monopólios onde a democracia da difusão de valores e conhecimento universal seja uma coisa natural, não forçada por uma competição a favor de audiência, mas sim de valores culturais e regionais.
QUEREMOS PROGRAMAS REGIONAIS E EMISSORAS REGIONAIS RECEBENDO OS PATROCINIOS DO DINHEIRO PUBLICO.

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